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Carência afetiva: o vazio que só você pode preencher

Muitas pessoas entram em relacionamentos acreditando que o outro terá a missão de suprir o que falta dentro de si. É um desejo compreensível: buscamos segurança, amor e acolhimento. Mas quando a carência vira um motor silencioso das nossas escolhas, corremos o risco de transformar relações em lugares de cobrança, dependência e frustração.🥺

O risco de esperar do outro aquilo que é seu⚠️
Numa relação saudável, o outro não existe para tampar buracos internos. Quando projetamos nele nossas expectativas ou medos, acabamos limitando sua liberdade de ser, e a nossa também. A relação perde leveza, espontaneidade e se torna um jogo de exigências.

O papel da “mãe interna”👩‍👧
Dentro de cada um existe uma parte que cuida, acolhe e protege — como uma “mãe interna”. É ela quem pode realmente atender nossas carências mais profundas. Quando não reconhecemos esse papel, passamos a esperar que parceiros, amigos ou familiares assumam essa função. O resultado é um círculo de decepções e vínculos frágeis.

Carência e medo caminham juntos😨
A carência afetiva também tem forte relação com o medo. Quem não encontra apoio dentro de si mesmo vive desconfiado, inseguro e sempre em alerta. Falta clareza sobre quem se é e para onde se está indo. Isso cria ansiedade e medo do futuro, minando a confiança em qualquer relação.

Relações para crescer, não para preencher🌱
Quando conseguimos nos acolher, relações deixam de ser uma busca desesperada por suprimento e se tornam espaços de crescimento, construção e criação conjunta. O amor passa a ser algo que se expande — não um pedido de socorro.

Reflexão final💭
Talvez o vazio que você sente não seja sobre a falta de alguém, mas sobre a falta de você mesmo. Quanto mais se aproxima dessa presença interna, mais livre fica para viver relacionamentos saudáveis e verdadeiros. 💞🌿

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